Héritage
Généraliste
<p>«Héritage atravessa as épocas e também o espelho da cena para interrogar, através de uma escrita justa e generosa, as “heroínas silenciosas”.» Marie Baudet / La Libre Belgique Em Héritage, Cédric Eeckhout convoca Jo Libertiaux, a sua mãe, nascida em 1945. Livre e independente, Jo construiu-se sozinha num mundo dominado por homens. Nela, Cédric […]</p>\n
Sortir à Lyon ce soir avec Élaya — la carte des événements et lieux de la ville.