Heroína apresenta ‘Heroína’ ⟡ Iguanas ⟡ Prado
Banda de aparição fulgurante, Heroína carrega no nome um sentido de bravura, perfeitamente alinhado com as intenções mais viscerais e as promessas por cumprir em torno do quadrado voz-guitarra-baixo-bateria. Captado e misturado por Kellzo e masterizado por Carlos Nascimento, este primeiro álbum do quarteto sediado em Lisboa, consegue a proeza de traduzir de forma igualmente fiel e sublimada a essência de tudo aquilo que tem sido entregue em palco nesta (ainda) breve existência conjunta. Com passado e, fundamentalmente, um presente que açambarca o hardcore, o rock mais estrepitoso, a desconstrução do cânone e a canção mais sincera, os quatro meliantes benévolos de Heroína evocam essas outras andanças não como mera súmula das mesmas mas como uma outra música consumada por instinto, saber e teimosia. Crença nas fundações mais basilares e honestas do rock como psicoativo para encontrar a beleza no grotesco, a transcendência no estrilho, a vida que palpita naquele estertor irascível do mundano. São, se quisermos alinhar por uma espécie de cartografia e contínuo histórico, aquilo que de mais próximo alguma vez encarnou neste país o espírito desviante da Skin Graft – U.S. Maple, Melt Banana ou Arab on Radar – em 11 petardos (regra geral) bem breves, atirados sem pejo e com todo o abandono sob a forma de canções intensamente vividas=alucinadas nos riffs sinuosos da guitarra expansiva de Martim, no pulso esquivo do baixo de Abras, nos blast beats e balanço da bateria de Vasco e no cla
Sortir à Lyon ce soir avec Élaya — la carte des événements et lieux de la ville.